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  1. Treino Full Body: o Que É, Como Montar e Treino Pronto para Casa
Homem fazendo flexão de braço sobre tapete com halteres, kettlebell e elástico no chão para treino full body em casa

Treino Full Body: o Que É, Como Montar e Treino Pronto para Casa.

Iorgen Wildrik•17 min•Musculação
Publicado:02 out 2026•Atualizado:07 out 2026

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O treino full body é um método em que cada sessão trabalha o corpo inteiro, com um exercício para cada grande padrão de movimento, em vez de dividir os músculos por dia. Em geral, recomendamos fazê-lo de 2 a 3 vezes por semana, em dias alternados, para que cada grupo muscular descanse cerca de 48 horas entre os treinos. A seguir, você vê como montar o seu, quantos exercícios usar e uma ficha A/B pronta para casa, com e sem equipamento.

O que é o treino full body?

Em inglês, “full body” significa “corpo inteiro”. Ou seja, o treino full body reúne, na mesma sessão, exercícios para pernas, costas, peito, ombros e abdômen. Por isso, cada músculo é estimulado várias vezes por semana, mas com poucas séries em cada dia.

Já o treino dividido, também chamado de split (como o ABC), separa os grupos musculares em dias diferentes. Assim, no split você treina peito e tríceps num dia, costas e bíceps no outro e pernas no terceiro. Enquanto isso, no fullbody você repete o corpo todo em cada sessão e alterna os exercícios para não cair na monotonia.

Na prática, o que define um bom treino de corpo inteiro não é a lista de exercícios, e sim o equilíbrio entre os padrões de movimento: empurrar, puxar, agachar, dobrar o quadril e estabilizar o tronco. Aliás, é justamente aí que muitas fichas prontas falham, como você vai ver mais adiante.

Para quem o treino full body serve

Em geral, o treino full body encaixa bem em quatro perfis:

  • Iniciantes: em primeiro lugar, quem está começando aprende os movimentos básicos mais rápido, porque repete cada um deles várias vezes por semana.
  • Quem tem pouco tempo: além disso, com 2 ou 3 dias livres na semana você ainda treina todos os músculos, coisa que um split de 5 dias não permite.
  • Quem treina em casa: da mesma forma, como os exercícios são poucos e simples, o método funciona com o peso do corpo ou com pouco equipamento.
  • Quem está voltando de uma pausa: por fim, o volume menor por sessão ajuda a retomar o hábito sem exagerar logo na primeira semana.

Por outro lado, ele não é a melhor escolha para todo mundo. Quem já treina há anos e quer muito volume para um grupo específico costuma preferir um split, já que fica difícil caber tudo numa sessão só. Além disso, quem tem hipertensão, problema cardíaco, lesão recente ou está gestante deve passar por uma avaliação médica antes de começar.

Treino full body 3 vezes por semana é bom? Frequência e descanso

Sim, o treino full body 3 vezes por semana é o formato mais usado, e por um bom motivo. Para começar, ele cumpre com folga a recomendação oficial. O Guia de Atividade Física para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, orienta adultos a fazer pelo menos 150 minutos de atividade moderada por semana e, em pelo menos 2 dias, atividades de fortalecimento muscular, como musculação e exercícios com o peso do corpo. Da mesma forma, as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (2020) pedem fortalecimento dos principais grupos musculares em 2 ou mais dias por semana.

Além disso, a frequência tem respaldo na pesquisa. Numa meta-análise publicada na Sports Medicine, Schoenfeld, Ogborn e Krieger (2016) concluíram que, com o volume total igualado, treinar cada grupo muscular 2 vezes por semana gerou mais hipertrofia do que treiná-lo 1 vez. Como o full body estimula todos os músculos em cada sessão, ele chega a essa frequência naturalmente.

Quanto ao descanso, deixe cerca de 48 horas entre uma sessão e outra. Por exemplo, segunda, quarta e sexta, ou terça, quinta e sábado. Nos dias livres, uma caminhada ou um pedal leve ajudam a completar os minutos de atividade aeróbica sem atrapalhar a recuperação.

E dá para treinar todos os dias? Para o iniciante, não recomendamos, porque os músculos precisam de recuperação entre os estímulos. Já um esquema de 4 ou 5 vezes por semana só faz sentido para quem tem mais experiência, com sessões curtas e poucas séries por exercício, de modo que o volume semanal não dispare.

Como montar um treino full body: os 5 padrões de movimento

A forma mais simples de montar um treino full body equilibrado é escolher um exercício para cada padrão de movimento. Desse modo, nenhum lado do corpo fica esquecido. Abaixo, cada padrão aparece com uma opção sem equipamento e outra com carga. Para a técnica dos exercícios básicos, consulte o nosso guia de calistenia para iniciantes, que explica passo a passo a flexão, o agachamento e o afundo.

1. Agachar (pernas e glúteos)

Sem equipamento, use o agachamento livre ou o afundo. Com carga, o agachamento goblet, segurando um halter ou um kettlebell junto ao peito, é a evolução mais natural, porque o peso na frente ajuda a manter o tronco ereto.

Ilustração anatômica do agachamento, o exercício do padrão agachar no treino full body

2. Empurrar (peito, ombros e tríceps)

Sem equipamento, a flexão de braço é a base; se ela ainda for difícil, apoie as mãos num sofá ou numa mesa firme. Com carga, o supino com halteres no chão ou num banco cumpre o mesmo papel, e o nosso guia de supino reto mostra a execução em detalhe.

3. Puxar (costas e bíceps)

É aqui que a maioria das fichas de casa deixa um buraco: só tem flexão, agachamento e abdominal. No entanto, sem um exercício de puxar, as costas ficam sem estímulo e o treino perde equilíbrio entre a frente e a parte de trás do corpo. Por isso, recomendamos uma destas soluções, da mais simples para a mais completa:

  • Remada com toalha na porta: passe uma toalha resistente pela maçaneta, com a porta fechada e trancada, e fique do lado para o qual ela não abre, de forma que, ao puxar, a porta pressione o batente. Em seguida, incline o corpo para trás e puxe o peito em direção à porta. Antes de tudo, teste a firmeza com pouco peso.
  • Remada com elástico: prenda uma faixa elástica num ponto fixo, como a âncora de porta ou um pé de móvel pesado, e puxe os cotovelos para trás.
  • Remada curvada com halter ou mochila: incline o tronco à frente com as costas retas e puxe a carga em direção ao quadril. Uma mochila com livros serve para começar.
  • Barra fixa: se você tiver uma barra fixa de parede, a barra australiana e a barra com elástico de assistência são ótimas opções.

Já a remada invertida debaixo de uma mesa só vale se a mesa for pesada, estável e não tiver risco de tombar. Na dúvida, prefira a toalha ou o elástico.

4. Dobrar o quadril (posterior de coxa e glúteos)

Sem equipamento, a ponte de glúteo e a sua versão com uma perna só resolvem bem. Com carga, o stiff com halteres ou o kettlebell swing trabalham a cadeia posterior, que costuma ser a mais esquecida em quem passa o dia sentado.

5. Core (estabilidade do tronco)

Por fim, a prancha abdominal frontal e a lateral fecham a ficha. Elas treinam o tronco para resistir ao movimento, o que ajuda em todos os outros exercícios.

Quantos exercícios ter no treino full body?

Em geral, de 5 a 6 exercícios bastam: um por padrão de movimento e, se sobrar tempo, um complementar, como panturrilha ou ombro. Para cada exercício, faça de 2 a 3 séries. Assim, a sessão fica entre 35 e 45 minutos, já contando o aquecimento.

Mais do que o número de exercícios, o que importa é o volume semanal, ou seja, quantas séries cada músculo recebe ao longo da semana. Nesse ponto, a meta-análise de Schoenfeld, Ogborn e Krieger (2017), publicada no Journal of Sports Sciences, reuniu 15 estudos e encontrou uma relação graduada: mais séries semanais tendem a gerar mais ganho de massa muscular. Contudo, os autores registraram apenas uma tendência, não um número mágico. Por isso, a conta prática é simples: 3 sessões com 3 séries por padrão somam 9 séries semanais, um volume razoável para a maioria das pessoas começar.

Encher a ficha com 10 ou 12 exercícios, por outro lado, só alonga a sessão e derruba a qualidade das últimas séries. Afinal, no full body a ideia é fazer pouco, bem feito e com frequência.

Treino full body em casa sem equipamento: ficha A/B pronta

Em vez de repetir a mesma sessão três vezes, esta ficha alterna dois treinos. Na primeira semana, você faz A, B e A; na seguinte, B, A e B. Dessa forma, os mesmos padrões aparecem em todas as sessões, mas com variações diferentes, o que mantém o estímulo e evita o tédio. Ainda assim, a técnica de cada exercício básico está no guia de calistenia para iniciantes; aqui o foco é a estrutura do treino full body em casa.

Treino A

ExercícioSériesReps/tempoDescansoObservação
Agachamento com pausa38 a 1260 s2 s parado embaixo
Flexão com descida lenta35 a 1060 a 90 s3 s na descida
Remada com toalha na porta38 a 1260 sPorta trancada
Ponte com pés no sofá310 a 1545 sPausa de 1 s no alto
Dead bug38 a 10 por lado45 sLombar colada no chão

Treino B

ExercícioSériesReps/tempoDescansoObservação
Agachamento búlgaro (pé no sofá)38 a 10 por perna60 sOu afundo alternado
Flexão pike36 a 1060 a 90 sÊnfase nos ombros
Remada curvada com mochila310 a 1260 sCostas retas
Ponte com uma perna38 a 12 por lado45 sQuadril nivelado
Prancha lateral320 a 30 s por lado45 sJoelho apoiado, se precisar

Escolha uma carga ou variação em que as últimas 2 ou 3 repetições fiquem difíceis, mas ainda com boa técnica. Se a flexão pike ou a flexão com descida lenta forem demais no começo, apoie as mãos no sofá até ganhar força. Do mesmo modo, se não houver porta segura, a remada com elástico substitui a toalha sem mudar o resto da ficha.

Versão com halter, elástico ou kettlebell

Quando o peso do corpo ficar leve, não é preciso trocar de método; basta acrescentar carga mantendo a mesma estrutura A/B. A tabela mostra a mesma ficha em três níveis de equipamento:

PadrãoPeso do corpoElásticoHalter ou kettlebell
AgacharAgachamento livreAgachamento com elástico sob os pésAgachamento goblet
EmpurrarFlexãoFlexão com elástico nas costasSupino com halteres
PuxarRemada com toalhaRemada com elástico na portaRemada unilateral com halter
Dobrar o quadrilPonte de glúteoPonte com elástico nos joelhosStiff ou swing
CorePranchaPallof pressCarregada do fazendeiro

Na versão com carga, a faixa de repetições pode cair para 8 a 12, com descanso de 60 a 90 segundos. Para isso, um par de halteres ajustáveis cobre quase todos os exercícios num espaço pequeno, já que você muda o peso conforme o padrão. Um kettlebell, por sua vez, brilha no agachamento goblet e no swing. Já quem prefere barra pode usar a barra W na remada curvada e na rosca. Por fim, o elástico é a opção mais barata e a que menos ocupa espaço.

Equipamentos que indicamos para o treino full body em casa

Para montar a versão com carga sem gastar muito, separamos um item por necessidade da ficha, todos bem avaliados por quem já comprou. Como os preços mudam com frequência, confira o valor atualizado na loja.

Halter e kettlebell num kit só: o kit 6 em 1 da Ahead Sports soma até 15 kg em anilhas ajustáveis e vira halter, barra ou kettlebell. Dessa forma, cobre o goblet, a remada e o stiff da ficha. Veja outras opções no nosso review de halteres ajustáveis.

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Elástico para puxar e para o core: o kit da Topsand traz 5 extensores de 4,5 a 13,6 kg, âncora de porta e mini bands. Assim, resolve a remada na porta, o Pallof press e a ponte com elástico. Compare modelos no review de faixas elásticas.

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Tapete para o trabalho no chão: o RDJ de EVA com 10 mm amortece joelhos e cotovelos na prancha, na ponte e na flexão. Além disso, é um dos tapetes mais avaliados do Mercado Livre. Mais modelos no guia de tapete de yoga.

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Como progredir: do iniciante ao intermediário

Progredir é o que transforma uma ficha num plano. Para isso, recomendamos a dupla progressão: primeiro você sobe as repetições dentro da faixa e, quando completa o topo em todas as séries com boa técnica, aumenta a dificuldade e volta para a base da faixa.

  • Iniciante (primeiras semanas): antes de mais nada, faça 2 séries por exercício, 2 ou 3 vezes por semana, e use esse período para aprender os movimentos. Depois, passe para 3 séries.
  • Iniciante avançando: em seguida, quando as 3 séries ficarem fáceis, troque a variação. Por exemplo, a flexão inclinada vira flexão no chão, e a ponte com duas pernas vira ponte com uma.
  • Intermediário: a partir daí, mantenha 3 ou 4 sessões por semana, 3 séries por exercício, e passe a usar carga externa com 8 a 12 repetições. Se quiser mais volume, acrescente uma quarta série nos padrões que mais importam para você.

Essa divisão por nível segue a lógica do posicionamento do American College of Sports Medicine (2009) sobre progressão no treino de força, que sugere de 2 a 3 dias por semana para iniciantes e de 3 a 4 para intermediários, com ênfase em cargas para 6 a 12 repetições.

Além disso, anotar as cargas e repetições de cada sessão ajuda muito, porque mostra se você está evoluindo ou estagnado. Contudo, não existe prazo fixo para cada etapa: o ritmo varia com a idade, o sono, a rotina e o histórico de cada pessoa. Portanto, só avance quando a etapa atual estiver sólida.

Treino full body feminino e masculino: o que muda?

O método é o mesmo. Tanto no treino full body feminino quanto no masculino, a estrutura de padrões, a frequência e a progressão seguem as mesmas regras, porque o músculo responde ao treino da mesma forma. O que muda, na verdade, é a ênfase escolhida por cada pessoa.

Por exemplo, quem quer priorizar glúteos e posteriores pode acrescentar uma série extra na ponte e no stiff. Do mesmo modo, quem quer mais braço e ombro pode incluir um sexto exercício, como rosca ou desenvolvimento. Além disso, a carga inicial é individual: ela depende do seu nível, não do seu sexo. Assim, a ficha A/B acima serve para qualquer pessoa, com ajustes de ênfase e de carga.

Full body ou ABC: qual escolher?

Resumindo, o full body dá mais frequência por grupo com menos dias de treino, enquanto o ABC concentra mais volume por grupo em cada sessão. Por isso, o full body costuma ser a melhor porta de entrada e a melhor saída para quem só tem 2 ou 3 dias livres. Já o ABC faz mais sentido para quem treina 5 ou 6 vezes por semana e já tem alguns anos de experiência.

Alguns sinais indicam que pode ser hora de migrar: as sessões passaram de uma hora, você quer muitas séries para um grupo específico ou tem disponibilidade para treinar quase todo dia. Em breve, vamos publicar um guia completo de treino ABC aqui no gymcerto.

Aquecimento antes do treino

Antes de cada sessão, reserve de 5 a 8 minutos para aquecer. Em primeiro lugar, faça 2 ou 3 minutos de movimento geral, como polichinelo leve ou marcha no lugar. Depois, mobilize quadril, ombros e coluna com círculos de braço, rotação de tronco e agachamentos lentos. Em seguida, faça uma série leve do primeiro exercício de cada padrão, com metade das repetições.

Como boa parte desse trabalho é no chão, um tapete de yoga com espessura adequada protege joelhos e cotovelos e evita escorregões, principalmente na prancha e na ponte.

Erros comuns que travam a evolução

No treino full body, os erros mais frequentes são de planejamento, não de força de vontade. Veja os principais:

  • Ficha sem exercício de puxar: como já vimos, isso desequilibra o treino. Portanto, inclua sempre uma remada.
  • Exercícios demais: além disso, 10 exercícios por sessão alongam o treino e derrubam a qualidade. Fique entre 5 e 6.
  • Treinar todo dia sem recuperação: da mesma forma, repetir o corpo inteiro sem descanso acumula fadiga. Deixe cerca de 48 horas entre as sessões.
  • Não progredir: por outro lado, fazer a mesma coisa por meses tira o estímulo. Por isso, use a dupla progressão.
  • Pressa na técnica: então, repetições rápidas e curtas parecem produtivas, mas transferem a carga para as articulações.
  • Ignorar a dor: por fim, desconforto muscular é normal; dor articular, pontada ou dor que persiste não é. Nesse caso, pare e procure um médico ou fisioterapeuta.

O que você precisa para treinar em casa

Para a ficha sem equipamento, você só precisa de espaço, uma toalha resistente e um tapete. Depois, quando quiser evoluir, um item de carga já muda o jogo. Nesse sentido, recomendamos começar pelo elástico, que é barato e versátil, ou por um par de halteres ajustáveis, que acompanha a sua evolução. Se você estiver montando um cantinho de treino do zero, o nosso guia de kit de academia em casa organiza as compras por orçamento, e o review de faixas elásticas ajuda a escolher a resistência certa para a remada.

Conclusão

Em resumo, o treino full body é uma das formas mais práticas de treinar o corpo inteiro com poucos dias por semana, e por isso recomendamos o método para quem está começando ou treina em casa. Monte a ficha com um exercício por padrão de movimento, sem esquecer o puxar, faça 2 a 3 sessões semanais em dias alternados e progrida aos poucos. Assim, a ficha A/B deste guia serve tanto com o peso do corpo quanto com halter, elástico ou kettlebell.

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação de um profissional de educação física ou de um médico. Se você tem alguma condição de saúde, faça uma avaliação antes de começar, e procure um profissional diante de qualquer dor. Como referência inicial, a calculadora de IMC mostra em que faixa o seu peso está, sem substituir essa avaliação.

Pode treinar full body todo dia?

Para iniciantes, não recomendamos. Isso porque cada sessão trabalha todos os músculos, e eles precisam de cerca de 48 horas para se recuperar. Por isso, o mais comum é treinar 2 ou 3 vezes por semana, em dias alternados.

Treino full body 5 vezes por semana funciona?

Pode funcionar para quem já tem experiência, desde que cada sessão seja curta e com poucas séries por exercício. Contudo, para a maioria das pessoas, 3 sessões por semana já entregam frequência e volume suficientes, com mais tempo de recuperação.

Treino full body emagrece?

O treino full body ajuda, porque aumenta o gasto de energia e preserva a massa muscular. No entanto, não existe prazo nem quantidade garantida: a perda de gordura depende do conjunto de hábitos, como atividade aeróbica, sono e alimentação. Para mudanças na alimentação, procure um nutricionista.

Treino full body dá hipertrofia?

Sim, ele é um estímulo válido para ganho de massa muscular, já que treina cada grupo mais de uma vez por semana. Ainda assim, o resultado varia de pessoa para pessoa e depende da progressão, do volume semanal e da recuperação.

Quanto tempo dura um treino full body?

Em geral, de 35 a 45 minutos, contando o aquecimento. Com 5 exercícios, 3 séries cada e descanso de 45 a 90 segundos, a sessão cabe tranquilamente nesse intervalo.

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Fundador do gymcerto

Iorgen Wildrik

Fundador do gymcerto. Pesquiso e comparo equipamentos e suplementos para treino em casa a partir de fichas técnicas, avaliações reais de compradores e estudos científicos, e escrevo guias de treino para quem quer começar ou evoluir em casa. Os preços são conferidos no Mercado Livre e na Amazon, e só recomendo produtos com boa nota e volume de avaliações.

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